O faturamento da indústria de transformação recuou 3,5% em agosto, depois de cair 2,2% em julho. Os Indicadores Industriais da CNI, divulgados em 7 de outubro, mostram perda de ritmo da atividade ao longo do terceiro trimestre.
As horas trabalhadas na produção diminuíram 1% no mês. A utilização da capacidade instalada passou de 77,5% para 76,9%, indicando maior ociosidade das fábricas. Entre janeiro e agosto, o faturamento acumulou redução de 0,2% diante do mesmo intervalo de 2025.
O emprego ficou estável na comparação mensal, embora apresente queda de 0,5% no acumulado do ano. Massa salarial e rendimento médio cresceram 0,5% em agosto. A CNI relaciona as dificuldades do setor aos juros, aos tributos e ao custo de insumos.
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